* Esta entrevista foi publicada pela Revista HSM Management (Setembro/Outubro de 2009 br.hsmglobal.com)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O futuro segundo o Google
Água, sucos e refrigerantes são líquidos mais consumidos
Estudo da GfK identificou quais são as bebidas não alcoólicas mais consumidas pelos brasileiros
Depois da água, os refrigerantes e sucos são as bebidas não alcoólicas mais consumidas pelos brasileiros. É o que indica um estudo de hábito de consumo de líquidos realizado pela GfK. A amostra contou com 1.500 brasileiros entre um e 55 anos de idade, das regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
De acordo com o levantamento, a água é o produto com maior penetração, 90% das pessoas o consomem. Enquanto 2/3 dos brasileiros bebem refrigerantes, sucos e cafés e cerca de 50% tomam bebidas lácteas. Em média, um brasileiro consome dois litros de bebidas não alcoólicas por dia, valor que é maior no verão do que no inverno, e o maior volume acontece fora das refeições (59%).
Durante o almoço e o jantar, esta média cai para 29%, enquanto no café da manhã são tomados 12% de líquidos. Em relação à quantidade de volume ingerido por dia de cada uma das categorias, a água é a bebida mais representativa, constituindo 37%, seguida por refrigerantes (19%) e sucos (18%). As bebidas lácteas só aparecem na quarta posição, com 12% do volume de consumo, seguidas por cafés (10%) e chás (3%).
Ao observar a quantidade de volume consumido por cada região, é possível ainda perceber a influência do clima. Em Porto Alegre, por exemplo, 20% do volume de bebidas consumidas são de chá, enquanto a média das demais regiões é de 3%. Já em Recife, o volume de água bebido é de 49%, 12 pontos percentuais a mais do que a média geral (37%).
Em relação aos refrigerantes, a pesquisa destacou que 80% de seu volume são consumidos em casa. A penetração de bebidas light ou diet é baixa no país, mais de 90% dos refrigerantes ingeridos são regulares. Sobre o motivo para o consumo de cada categoria, o estudo identificou que os consumidores bebem água pela sede e pela saúde, já o leite é ingerido por conta da saúde, do sabor e para acompanhar as refeições ou para a digestão de alimentos.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Marcas pedem socorro
Mudanças constantes na comunicação de marcas as deixam sem identidade com consumidores
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Ninguém almoça duas vezes
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Neoconsumidor e Neovarejo
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Hora de plantar e colher inovações!
NeuroGifting
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Qual a origem do Marketing?
A essência do marketing é o processo de trocas, nas quais duas ou mais partes oferecem algo de valor para o outro, com o objetivo de satisfazer necessidades e desejos.
O profissional de marketing precisa tentar compreender as necessidades do mercado-alvo, seus desejos e suas demandas. Além das necessidades básicas, as pessoas também têm a necessidade de recreação, educação e entretenimento. Essas necessidades se tornam desejos quando são dirigidas a objetos específicos capazes de satisfazê-las.
- Os desejos são moldados pela comunidade em que se vive. A necessidade de alimentar-se desperta desejos diferentes em cada região ou país.
- Demandas são desejos por produtos específicos apoiados por uma possibilidade de pagar. As empresas devem medir não apenas quantas pessoas desejam seu produto, mas também quantas efetivamente estão dispostas e aptas a adquiri-lo.
E sobre o objetivo do Marketing, Peter Druker diz o seguinte:
“Pode-se presumir que sempre haverá necessidade de algum esforço de vendas, mas o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua. A meta é conhecer e compreender tão bem o cliente que o produto ou serviço se adapte a ele e se venda por si só. O ideal é que o marketing deixe o cliente pronto para comprar. A partir daí, basta tornar o produto ou o serviço disponível”.
